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Todo dia é Dia da Educação

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A educação inclusiva é uma forma de romper com a visão confortável de que o problema está no aluno, na família, no governo ou na sociedade. Ela convida os educadores a se perguntarem sobre o que pode ser feito para que sejam rompidas as barreiras de forma que o aluno aprenda e se desenvolva com   todo o seu potencial. Assim, o termo “distúrbio de aprendizagem” deverá ser compreendido não como uma patologia ou limite sobre o qual a escola nada tem a fazer. Os distúrbios de aprendizagem são possibilidades reais e não podem ser negados ou ignorados pelos educadores, sob o risco de aumentar ainda mais a exclusão destes alunos. Admitir a existência de um distúrbio de aprendizagem no aluno não implica “absorver” o sistema educacional de suas próprias responsabilidades. Ao contrário, caracteriza-se como mais um desafio para o aprimoramento das respostas educativas das escolas, estimulando-as a identificar e remover as barreiras para a aprendizagem de todos os alunos, com ou sem defic...

A liberdade de fazer escolhas

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Liberte-se do medo de julgamento e aceite suas mudanças! Mudar é preciso e por vezes nos sentimos aflitas (os) por mudar a direção das nossas vidas. Não tenha medo e nem se culpe em excesso por escolher o que é melhor pra você, por cuidar de você, por amar você primeiro. Na vida, constantemente somos chamados a tomar uma atitude, não se pode ser morno nem ficar em cima do muro, por isso meus caros, tome decisões, faça escolhas e saiba ficar em paz com elas. Está tudo bem mudar de profissão aos 40, 50 anos... Mudar de cidade, estado ou país, deixar de gostar de comer doces, ou passar a amar o que antes não amava. As pessoas tem o costume de julgar as outras como se elas não fossem capazes ou não tivessem o direito de mudar. "Fulano agora é da igreja, não usa mais drogas." Ao invés de pensarem: "Que bom que fulano não está mais nesse caminho." "Fulano fez direito, gastou uma fortuna na faculdade e agora quer ser médico." A vida é dele (...

Autocompaixão

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Quando pensamos em autocompaixão muitas vezes imaginamos autopiedade. Mas na verdade autocompaixão é a capacidade de olhar para si com um olhar menos crítico, duro ou violento. Através de Paul Gilbert, a recente terapia focada na compaixão, desenvolvida por ele, está sendo praticada com crescentes sucessos terapêuticos. Já ouviu falar em mindfulness? Ou psicoeducação? Essas são algumas das técnicas desenvolvidas nesse processo. O paciente aprende a ter compaixão por si e pelos outros com o desenvolvimento dessas habilidades. Mindfulness é basicamente "viver o presente", sentir-se no "aqui e agora". E a psicoeducação é trazer ao paciente a possibilidade de reger, organizar e interpretar os próprios pensamentos e emoções a ponto de produzir mudanças práticas, direcionar sua compaixão para si mesmo e consequentemente ao próximo. Só conseguimos amar o outro quando primeiro conhecemos o amor através de nós mesmos. Constantemente ouvimos "fulano não ama nem a...

A força das palavras e dos pensamentos

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Cada pessoa carrega um universo inteiro dentro de si e é preciso muito respeito e delicadeza ao adentrar nesse universo; não basta apenas ter as chaves, é preciso tirar os sapatos. As pessoas não imaginam o poder que tem as palavras. Palavras curam, palavras ferem, palavras salvam. As palavras são a exteriorização de um pensamento, é trazer ao mundo real o que se tem no coração e na mente. Cuidar do que se pensa é fundamental para ter saúde mental e equilíbrio. É nossa responsabilidade e de mais ninguém. Somos responsáveis pelo que pensamos, sentimos e consequentemente fazemos, pois tudo isso vem em cadeia. É chegada a hora de vigiar os próprios pensamentos e se conscientizar da natureza deles, e se for preciso, encará-los de frente e pedir ajuda. Vivemos rodeados por pessoas e coisas e cada pessoa ou coisa traz consigo seu próprio universo e energia de vida. As notícias que ouvimos, os livros que lemos, as músicas que ouvimos e as pessoas com quem convivemos todas nos tran...

A importância da educação infantil

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Os diferentes momentos e etapas que englobam o desenvolvimento infantil, como os aspectos relacionais e funcionais, caracterizados pela afetividade, ato motor e conhecimento, são processos que ocorrem através do relacionamento social.  A escola exerce importante papel na constituição psíquica da personalidade da criança, pois proporciona a ela uma diversificação dos grupos nos quais ela poderá se inserir, identificar-se e aprender compreender e respeitar as diferenças. A família sempre estará no seu centro de referência em primeiro lugar.  Parte-se do princípio da necessidade de que a família, a escola e todos aqueles envolvidos com a Educação Infantil tenham consciência de que suas ações exercem influência direta na criança e consequências não só no momento atual do seu desenvolvimento, como também nos posteriores. É também nesse momento que a criança está mais propensa à formação de complexos, ou seja, atitudes que podem marcar de forma prolongada seu comportamen...

Por quê ter um(a) psicólogo(a) na sua escola?

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Há alguns anos atrás, essa pergunta era frequente nas escolas e iniciavam-se longos debates entre psicólogos defendendo sua posição e diretores de escola se esquivando da real necessidade. A verdade é que não podemos abraçar o mundo sozinhos, e que cada profissional contribui com a sua área do conhecimento; e na escola não poderia ser diferente. Não podemos negar, que o ritmo da vida mudou, e com ela as demandas sociais e psicológicas também. Outro dia estava refletindo sobre as “novas” doenças e sofrimentos causados pelas redes sociais. Quando iriamos imaginar? Coachs de relacionamento dando dicas para se conquistar alguém pelo WhatsApp, Facebook, Instagram... Olha quanta mudança nas relações humanas. As novas tecnologias já estão incorporadas nas nossas vidas e fazem parte dos nossos sofrimentos e alegrias compartilhadas. Antigamente a psicologia escolar tinha como foco encontrar e solucionar problemas. Trazia muito enraizada a visão clínica e “patologizadora”, buscando dia...

Pais X Escola

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Durante minha experiência na área escolar pude constatar muitas vezes a chamada “pais X escola.” Isso de certa forma sempre me intrigou. Confesso que já fiz parte do time “os pais são culpados de tudo” e com esse sentimento em nós nossa prática se torna um pouco questionável, uma vez que não conseguimos estabelecer o verdadeiro vinculo de parceria necessária para o bom desenvolvimento do ensino-aprendizagem da criança em seu período escolar. Quando nos voltamos contra este ou contra aquele e deixamos que os pais e/ou responsáveis façam o mesmo achando que a escola tem a obrigação de corrigir e reparar danos trazidos de seu ambiente familiar, impossibilitamos o contato com a verdade por detrás dos fatos. Ao participar dos atendimentos de pais nas escolas, muitas vezes pude perceber a fragilidade deles quando eram chamados para conversar, percebia que aqueles pais às vezes se sentiam perdidos, tentando acertar demais. Mas também já vi o contrário, pais que chegavam na escola com 7 p...